A saga do Independiente que teve o mais longo reinado na Libertadores

Tetracampeão sul-americano entre 1972 e 75, o Independiente alcançou a marca de seis títulos no período de onze anos. O reinado do Rojo rendeu a alcunha de “Rey de Copas” e o clube é até hoje o maior vencedor da Libertadores.

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O fim do sofrimento da família Milito, dividida pela rivalidade

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Formados em clubes rivais na Argentina, Diego e Gabriel Milito tiveram carreiras distintas no esporte. Em posições opostas, os irmãos dividiram a família em várias oportunidades até o fim da carreira de Gabriel. Laços fraternais eram prontamente cortados dentro de campo quando eles se enfrentavam.

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Artime não precisou de 1000 gols para ser um gênio da pequena área

Pelé, Romário e Túlio têm algo em comum: todos eles marcaram 1000 gols na carreira. Viviam do gol e vão morar eternamente na memória do torcedor que se lembra desta tão rara façanha, hoje levada mais como folclore do que exatamente um recorde. Mas a questão é: será que eles foram os únicos a alcançar o milésimo?

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Bochini, à sombra dos grandes craques argentinos

Com cinco minutos restantes na semifinal da Copa de 1986 contra a Bélgica, então vencida pela Argentina por 2–0, Ricardo Bochini entrou na vaga de Jorge Burruchaga. Ele estava com 32 anos e foi esquecido pelas seleções de 1978 e 82. Naquele momento, no entanto, Maradona exigiu que ele fosse convocado. Estes cinco minutos seriam os únicos de Bochini em Copas do Mundo. Enquanto ele vinha correndo para dentro do campo, Maradona veio a seu encontro e apertou a sua mão. “Maestro, estivemos esperando por você”. (The Guardian, sobre a breve atuação do meia em Copas)

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