Noite de Libertadores: O espírito velho e o susto

Com Verón em campo outra vez, o Estudiantes perdeu em casa para o Barcelona de Guayaquil. Já o Grêmio, estreou na sua Arena contra o Iquique, deu um banho de futebol na primeira etapa e quase entregou o ouro nos 45 minutos finais. A Libertadores voltou e voltou com tudo.

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A noite em que quebraram os óculos de Joop van Daele, herói do Feyenoord

O Feyenoord ganhou a taça do Intercontinental em 1970 com um toque bizarro. Ao enfrentar o violento Estudiantes em dois jogos cascudos, o time holandês treinado por Ernst Happel foi salvo por um reserva, que depois de fazer o gol decisivo, teve seus óculos quebrados pelos adversários.

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Noite de Libertadores: De puxeta em puxeta, o Botafogo segue em delírio

Foto: GloboEsporte.com

Botafogo faz a sua estreia na fase de grupos e se dá bem no Nilton Santos. Com um placar apertado e muito sufoco, o Alvinegro deu um presentão ao técnico Jair Ventura ao vencer o Estudiantes. No outro jogo da chave, o Barcelona de Guayaquil peitou o Atlético Nacional em duelo eletrizante.

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Como Palermo sofreu para se firmar no Estudiantes

Foto: Terra Argentina
Palermo, ainda como juvenil do Estudiantes /Foto: Terra Argentina

A pior coisa que pode acontecer para um atacante é ficar sem fazer gols. E é ainda pior quando as partidas de seca se ampliam e viram uma fase horrorosa, ameaçando até o segmento da carreira. O argentino Martín Palermo pode falar com propriedade sobre isso, afinal, viveu uma série de 770 minutos sem marcar quando atuava pelo Estudiantes.

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Quando a violência do Estudiantes quase dominou o mundo

Artimanhas. Jogo sujo. Violência. Doutrina psicológica. Medo. Catimba. Essas eram algumas das armas do sagaz e controverso time do Estudiantes que conquistou a América pela segunda vez em 1969. Contudo, o episódio mais grotesco dos platenses aconteceu no Mundial Interclubes contra o Milan, ao fim daquele ano de 69.

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