Os 50 anos de Trifon Ivanov, padroeiro dos pernas de pau

No aniversário de 50 anos do maior jogador ruim da história do futebol, resolvemos prestar uma homenagem ao inspirador da Copa Trifon Ivanov. O ex-zagueiro búlgaro Trifon Marinov Ivanov é o grande aniversariante desta segunda-feira e deixou uma marca importante no coração dos fãs de futebol alternativo.

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A experiência Metaleira na Copa Trifon Ivanov e Jorge

Por Rafael Bonilha

Participo desta experiência louca e única que é a Trifon desde a primeira edição. Como um dos Bonilha, desde o início a corneta e a zoeira nos acompanha. Quando saiu o sorteio da terceira edição e eu soube que iria jogar num time que representa o Metal, nada mais importava do que encarnar o espírito do metaleiro na Festa que seria a Trifon. Com o Thom no comando, começamos a nos mexer para discutir como seria nossa participação no torneio. E desde o começo surgiu a ideia de levar uma capivara para o certame, para adicionar mais carisma para um time repleto dela (Thom, Alesqui, Breno Amaro, Kaio, Filipe Barini, Zanqueti, Clements, Alex).

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A mentira que originou o Manchester City of God

Por Eric Franco

A história do Manchester City of God não começa na III Copa Trifon Ivanov e sim, no dia 1º de abril de 2014. Assim como viríamos a comprovar no dia do evento, desde que voltou de lesão, nosso amigo Bruno Santos introjetou toda a galhofa e pintou como um grande personagem do Trifonzão quando teve a ideia de anunciar uma edição carioca justo no Dia da Mentira com times que não existiam, incluindo a criação de alguns escudos pra dar um pouco mais de veracidade a zueira. Desculpa aí galera, mas pelo segunda edição seguida, meu escudo é mais fera que o de vocês.

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Um sentimento chamado Copa Trifon Ivanov

Por Ronald Capita

Desde quando voltei da famosa Copa Trifon Ivanov, no sábado, por volta de 15 ou 16 horas, tentei expressar em palavras o sentimento que tive ao poder prestigiar esse campeonato pela primeira vez. Não consegui. Por mais que eu tentasse falar, não conseguiria descrever tudo aquilo.
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A primeira Trifon a gente nunca esquece

Por Gabriel Carvalho

O relacionamento entre este que vos escreve e a Copa Trifon Ivanov começou devagar. Vi de longe a primeira edição e acompanhei com carinho a segunda, apesar de não ter podido ir ao Playball em fevereiro. Depois de ver um pouco do que é a #febretrifon, decidi que me inscreveria para jogar a terceira edição. Continue lendo “A primeira Trifon a gente nunca esquece”

Por que jogamos descalços

Quem vê as fotos ou presencia os jogos na Trifon, deve saber que tem um cidadão, um único rapaz, que desafia a lógica, a ciência e a saúde dos pés. Não, ele não é desses brutamontes, cabeças de bagre ou acéfalos do Brasil afora. Ele joga descalço porque foi assim que aprendeu quando criança em Pedreira. É o cara mais destemido de longe nessa Copa. E sabe por quê? Porque ninguém mais é o Borgo.

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Alesqui e a despedida do jogador não-jogador catimbeiro e essencial

Quando eu conheci o Alesqui, já alguns meses depois do casamento do Rocco, em que ele brilhantemente esteve fantasiado de vaca, sabia que se tratava de uma pessoa querida e especial. Até mesmo porque, impossível não amar um ser que se sujeita a exibir suas tetas de brinquedo num dia tão importante como um casório, mesmo que se tratasse mais de uma festa do que exatamente uma união matrimonial. Por não levar a vida a sério quando ela pede, ele ganhou o meu respeito. E claro, por ser uma grande pessoa, amável e um humorista injustiçado na internet.

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Sobre traumas e alegrias

Por Jules Pinheiro

Como não poderia deixar de ser, a Copa começou no bar! Depois de uma longa e cansativa viagem, fui direto ao Batidão rever grandes amigos, ouvir grandes histórias, contar a mesma história de novo e conhecer pessoas incríveis e mais uma vez, ser um dos últimos a ir embora. Depois de uns atrasos no sábado de manhã (um dia eu aprendo) reencontrei mais uns amigos e fomos ao Complexo Trifon, por lá mais reencontros, surpresas e aquela gritaria boa de ouvir.

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Delírios de jogar futebol

Por João Luis Jr.

Quase todo moleque teve, em algum momento da sua vida, a ideia de que poderia se tornar jogador de futebol. Seja porque era o destaque na turma do professor Marcelo durante os campeonatinhos de colégio, seja porque brilhava na peladinha dos adultos quando o pai levava, seja apenas porque um dia acertou uma caneta – meio cagada – no garoto maior durante aquela pelada descalço na rua do lado da sua.

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