Vices que amamos: A Itália mutante de 1994

Depois do terceiro lugar no Mundial de 1990 como anfitriã, a Itália continuou forte e brigou pela taça na edição de 1994, nos Estados Unidos. O timaço de Arrigo Sacchi sofreu com o forte calor norte-americano e fez um jogo histórico antes de sucumbir novamente diante do Brasil em uma final.

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Leonardo foi muito mais do que a cotovelada em Tab Ramos

Foto: Vírgula
Foto: Vírgula

4 de julho de 1994. Os Estados Unidos estão em festa por dois motivos: é feriado nacional, o Dia da Independência, e a seleção do país entra em campo contra o Brasil, valendo uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. Daquele momento em diante, a relação do americano com o futebol (com a bola correta, no caso) mudou em definitivo, para melhor. Contudo, a vitória brasileira com gol de Bebeto acabou manchada por um episódio isolado envolvendo Leonardo e Tab Ramos.

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Oleg Salenko, o maior one-hit-wonder do mundo

Foto: ESPN
Foto: ESPN

Toda vez que o nome Oleg Salenko vem à tona, é fácil associar com a lembrança da Copa de 1994. Nela, o russo se consagrou fazendo cinco gols em uma só partida, contra Camarões. A Rússia caiu ainda na primeira fase, mas a atuação serviu para que o camisa 9 fosse colocado na história como o recordista de gols em uma mesma partida, além de ter sido artilheiro ao lado de Hristo Stoichkov daquela competição. E é mais ou menos nisso que se resume a sua carreira de 14 anos.

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Mancuso, o valentão incompreendido

Era preciso ser viril para triunfar na posição de volante nos anos 1990. Aquela década não costumava exigir grande qualidade de atletas da posição, o que fazia com que grandes brucutus se consolidassem no futebol à base dos pontapés, chutões e da marcação incansável. Tivemos inúmeros jogadores pouco técnicos que ganharam espaço em times grandes brasileiros. Um deles é Alejandro Mancuso, argentino que foi revelado no Ferro Carril, com passagens por Vélez Sarsfield e Boca Juniors.

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Os 50 anos de Trifon Ivanov, padroeiro dos pernas de pau

No aniversário de 50 anos do maior jogador ruim da história do futebol, resolvemos prestar uma homenagem ao inspirador da Copa Trifon Ivanov. O ex-zagueiro búlgaro Trifon Marinov Ivanov é o grande aniversariante desta segunda-feira e deixou uma marca importante no coração dos fãs de futebol alternativo.

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Como Hagi virou ídolo e comandante do Galatasaray

Foi algo especial para todos que estavam no Galatasaray naquele tempo. Que acreditaram que podíamos vencer o Arsenal e ganhar a taça? Eu joguei bem, apesar de ter sido expulso. Mesmo depois de tantos anos, não penso que merecia ter levado um cartão vermelho, mas aquilo de forma alguma se sobrepôs a como foi maravilhoso um time turco vencer pela primeira vez um torneio europeu. Essas memórias e o carinho da torcida vão ficar comigo para sempre. (Gheorghe Hagi, sobre o título da Copa Uefa, em 2000)

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