Videoteca TF: um golaço de Rooney com apenas 11 anos

Rooney não parece ter mudado muito desde que tinha 11 anos. Como na foto acima, era bem carequinha e demonstrava o mesmo talento que vingou no Manchester United: veja um vídeo raríssimo com um golaço do menino Wayne em Anfield. Continue lendo “Videoteca TF: um golaço de Rooney com apenas 11 anos”

Pippo, o implacável

Ele desperdiçava pouquíssimas chances. A bola no pé dele quase sempre sabia que iria cair nas redes. De cabeça, com os pés, de voleio, driblando o goleiro e até tropeçando. Inzaghi fazia gol de qualquer jeito. Desde muito jovem até os 38 anos de idade, quando se aposentou, era especialista naquilo que muitos tentaram ser durante toda a carreira: minimamente eficientes. Continue lendo “Pippo, o implacável”

O amor não é só o grito de campeão

São 12 anos de espera por uma Roma campeã, 12 anos de longas provações, dúvidas, contestações e o amor, aquele que tem cor e camisa definidas e é incondicional. Dói no peito mas nos dá a sensação de que há algo além, há algo para se acreditar e esperar com aquela ansiedade de criança quando sabe que vai ganhar um presente. Continue lendo “O amor não é só o grito de campeão”

Cruyff, o revolucionário

Ninguém mudou tanto o futebol quanto Johann Cruyff. Graças ao seu estilo de jogo e aos seus conceitos de esporte, a Holanda virou Carrossel Holandês, o Ajax virou potência e Rinus Michels colocou em prática um esquema tático que o consagrou como gênio. Estava tão à frente do seu tempo que também foi responsável pelo maior fenômeno coletivo do futebol no século XXI: a Era Barcelona. Continue lendo “Cruyff, o revolucionário”

Videoteca TF: Maratona Vieri

Pessoal, tendo em vista que o tempo é curto para a realização dos posts que gostaríamos de escrever, encontramos uma alternativa bem bacana para relembrar os grandes craques (não que seja o caso do vídeo abaixo) ou as figuras mais importantes do futebol em décadas passadas. Continue lendo “Videoteca TF: Maratona Vieri”

12 de junho de 1993: Reconciliação no Morumbi

Em 1993, o Palmeiras encerrava o seu mais longo jejum de títulos. Com a dissolução da Academia de Ademir, Dudu, Leivinha, Edu, César Maluco e Leão, a equipe enfrentou anos de frustração, derrotas inexplicáveis e times pouco competitivos. Pois foi num 12 de junho que o alviverde resolveu acabar com a agonia, em cima de um dos seus maiores rivais, com um placar imponente: o hino palmeirense finalmente estava sendo honrado.

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