Endinheirado, Monaco pode superar próprio recorde

O Monaco já está nas cabeças para tentar o título da Ligue 1 e deve repetir a própria façanha, além da do Nottingham Forest: os milhões gastos com novos atletas podem impulsionar a equipe do principado ao tão sonhado título da Liga dos Campeões? Continue lendo “Endinheirado, Monaco pode superar próprio recorde”

A vingança que não sacia

Dizem os antigos que não há fúria no mundo que seja tão eficaz quanto uma boa vingança, sobretudo se ela vem na mesma moeda. Quando o Flamengo começava a dominar o futebol carioca nos anos 70, liderado por Zico, uma goleada do Botafogo mexeu com o brio do rubro-negro. Continue lendo “A vingança que não sacia”

A má fase não apaga os bons tempos

Era realmente muito fácil virar fã de um centroavante como Fernando Torres até 2011. O espanhol viveu bons anos no Atlético de Madrid e estourou para todo o mundo pelo Liverpool, onde se acostumou a fazer gol de todas as formas. A má fase de Torres ao se mudar para o Chelsea durou quase dois anos, os mais longos de sua vida. Continue lendo “A má fase não apaga os bons tempos”

A temporada de Muricy no Barcelona

Muricy salva o São Paulo do rebaixamento, conquista o bi da Copa Sul-americana e se torna o substituto de Gerardo Martino no Barça: o argentino foi o escolhido para reconduzir a Albiceleste ao topo do mundo após a campanha sem sucesso na Copa de 2014.

[Antes de mais nada, para os desavisados: esse post não é uma informação, não é uma previsão e muito menos um desejo de torcedor. É uma brincadeira e deve ser tratada como tal. Portanto, sem comentários xiitas.]  Continue lendo “A temporada de Muricy no Barcelona”

A guerra que não acabou

É ingênuo demais querer que as cicatrizes da guerra nos países ex-iugoslavos simplesmente desapareçam e seu povo se trate como se há vinte anos nada tivesse acontecido. Entretanto, as posturas de Sinisa Mihajlovic e Igor Stimac mostram que enquanto sua geração estiver viva, haverá animosidade. Continue lendo “A guerra que não acabou”

A América dos desfalques

Por Jules Pinheiro

Tudo começou numa conversa informal com o Leo Rossatto, mais uns dois ou três sujeitos, não achei que sairia daquilo, até que o Portes colocou cada vez mais gente na conversa e a coisa foi tomando forma. Eu, meio perdido, não dava muitas ideias, mas lia tudo o que estava acontecendo. Continue lendo “A América dos desfalques”