Netzer, o primeiro playboy da Alemanha

Günter Netzer foi um dos primeiros playboys que o futebol produziu. Em pleno auge da era das discotecas, o talentoso meia que foi revelado no Borussia M´gladbach desfrutou de imenso sucesso na Alemanha e se consolidou como estrela da Bundesliga. Continue lendo “Netzer, o primeiro playboy da Alemanha”

Um inimigo íntimo

Se tinha alguém em campo naquele Real Madrid x Barcelona de 7 de janeiro de 1995 que queria vencer, esse alguém era Michael Laudrup. O dinamarquês teve anos brilhantes no clube catalão, mas atravessava um momento de transição na carreira quando foi preterido por Cruyff no Camp Nou e arrumou suas malas da mudança para o Santiago Bernabéu. Continue lendo “Um inimigo íntimo”

O rito de passagem de Franz Beckenbauer

Beckenbauer Hamburg 2

Em 1980, Franz Beckenbauer já não tinha mais o que provar no futebol. Vencedor de todos os títulos possíveis pela seleção alemã e pelo Bayern de Munique, o líbero havia adquirido respeito suficiente para ser chamado apenas por Der Kaiser (“o imperador”) por quem o visse nas ruas do lado capitalista do país germânico. Continue lendo “O rito de passagem de Franz Beckenbauer”

Não foi gol, mas foi de placa e de defensor

Muitos dizem que o maior não-gol da história do futebol foi o de Pelé contra o Uruguai, em que ele deu um lindo drible da vaca em Mazurkievski e finalizou pra fora durante a Copa de 70. O que a maioria não costuma lembrar é que um jogador do M´gladbach fez uma proeza ainda maior contra o Bayern e também desperdiçou a chance. Continue lendo “Não foi gol, mas foi de placa e de defensor”

Ele teve uma vida esportiva muito saudável

“Do Fedato? O zagueiro?!” “Sim! Haha!” “Eu não acredito. Não pode ser verdade. É sério mesmo que você é filha dele?” “Não, sou neta. Qualquer dia eu te levo pra conhecer o vô”. Este foi um dos meus primeiros diálogos com a Fernanda. Através dela, da namorada Maisa, do cunhado Marcelo, da sogra Maria e da afilhada Lorenza, eu tive o privilégio de encontrar Aroldo Fedato, o maior jogador de futebol da história do estado do Paraná. “Oi! Tudo bem, tudo legal?” foi a primeira saudação, e também a mais comum. Sempre, sempre acompanhado de um abraço. E o largo sorriso, grande marca de Fedato (não, não era a técnica como zagueiro, era o sorriso sim).

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Cruyff foi chamado de velho pelo Ajax e se vingou

Em 1983, Johann Cruyff já havia desfrutado de tudo que um atleta poderia sonhar na carreira. Exceto a final da Copa do Mundo de 1974, cujo título foi para a dona da casa Alemanha, o maior craque holandês de todos os tempos não podia reclamar do que conquistou em quase 20 anos como profissional. Continue lendo “Cruyff foi chamado de velho pelo Ajax e se vingou”