O pequeno grande Osvaldo

Juninho pode até ter cara de criança prodígio do cinema, mas ninguém irá tirar a sua reputação de baixinho endiabrado, conquistada nos anos 90 por São Paulo, Atlético de Madrid e Middlesbrough. Campeão do mundo em 2002, o meia foi recompensado pelos anos em que prometeu jogar um futebol ousado, quase moleque.

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Se não acharem ninguém melhor para a função, contem comigo

Por Acácio Barros

Com palavras parecidas com essas, me dispus a exercer a espinhosa tarefa de apitar a Copa Trifon Ivanov. O fato de conhecer pessoalmente poucos participantes trazia um desejável ar de isenção à minha figura (o que acabou me gerando durante o torneio o apelido de “árbitro anônimo”). Depois de um rigoroso processo de seleção, a TRIFA – por meio do presidente de sua Comissão de Arbitragem, Coronel Marinho – oficializou que Winckler Rezende de Freitas, Cesarotti Amarilla, Giuli Castrilli e Talita Paula de Oliveira, seriam meus companheiros de tarefa no Trifonzão.

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Um campeonato folclórico, emoções reais

Terça-feira, 11 de fevereiro de 2014. Rua Rui Barbosa, bairro da Bela Vista, São Paulo. Este local é conhecido como o coração do distrito do Bixiga, um bairro que não é bairro. O sotaque italiano, as festas, a personalidade diferente. É semelhante ao que acontece na Mooca, porém com menos propaganda (e sem reconhecimento distrital). Não existe uma divisão formal do que é Bixiga do que não é, mas basta estar ali presente para notar.

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Crônica de um corneteiro em dívida

Por Fabio Fleury

A primeira prova que eu tive de que o dia 8 de fevereiro de 2014 seria épico veio logo quando cheguei ao Playball. O Miúdo me viu, chegou e me deu um pirulito.

“Pra quê isso, cara?”

“Chupa, já fiz dois gols hoje.”

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Todos nós comemoramos a mesma coisa

Por Bruno Bonsanti

Naquele calor, ensurdecedor, como diz o outro, respirar era um desafio. Pensar direito era impossível. Quando um dos melhores jogadores a edição passada da Copa Trifon Ivanov dominou a bola na entrada da área e armou o chute, despendi dois milésimos de segundos para tomar uma decisão, que considerou um único fator: não pode ser gol.

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O nosso lado negro nem teve tempo de aparecer

Por Felipe Lobo

Ser escolhido para capitanear um time da Copa Trifon Ivanov é mais do que uma alegria. É uma honra. E fiz questão que o nome do time tivesse a minha assinatura. Não éramos os melhores, mas éramos um time que gostava de lutar. Vestimos a raça uruguaia, em uma homenagem à tradição Carbonera. Representamos a Penha, a zona leste. O meu bairro, a minha região. Uma brincadeira que todos compraram a ideia.

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O Futebol Gourmet contra as cornetas

Por Marcelo Mendonça

O megafone e as trombetas de Gondor soaram como nunca e o time que tinha estampada a coxinha do Veloso não se abalou e usou isso como trunfo pra ser o 3º colocado da série A da Copa Trifon Ivanov.

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Conservadorismo e tristeza

Por Rodrigo “El” Salvador

O Cobrelapa não foi um time de um dia. É justo dizer que nenhum time foi, já que a II Copa Trifon Ivanov começou há tempos, e ainda não acabou. Mas quando a gente se dispõe a fazer qualquer coisa junto com gente que nunca viu na vida, a chance de dar miseravelmente errado existe. No Cobrelapa, tudo deu mecanicamente certo, fruto de uma sinergia rara. Assim, minha tarefa aqui é falar sobre um time que ainda existe e que tem torcida, ainda que nunca mais jogue junto. Uma seleção de caras fodas.

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Crimes inafiançáveis

Por Walter Paneque

Foi um sábado atípico, disseram por aqui. Repleto de pessoas legais, também afirmaram. Citaram ainda que, olhem só, podia ter uma Copa Trifon Ivanov por mês. Aonde já se viu!? Bem, eu não sei, mas concordo com tudo isso. Apesar do roubo, mais um grande dia.

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