A Copa da exaustão

Domingo, 6 de julho de 2014 – 19h56

Pois é, eu adoraria ter escrito um relato por dia do que estava vendo na Copa, mas infelizmente faltou tempo e disposição, pois o trabalho está sendo árduo (e satisfatório) no Yahoo. Mesmo assim, bate aquela necessidade de fazer algum texto pra sanar aquele vazio que é ter abandonado o diário aqui na TF.

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Diário #11 da Copa: Sobre decepções e Cristiano Ronaldo

Domingo, 22 de junho

Lá vamos nós, domingão maroto, saí atrasado de casa porque preferi dormir mais e perdi todo o primeiro tempo de Bélgica e Rússia. Mas quer saber de algo? Sorte a minha. Lutei na linha amarela do metrô para ver o mambembe streaming do GloboEsporte.com e cheguei em tempo de lidar com as piadinhas envolvendo a ótima e broxante geração belga.

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Diário #10 da Copa: Craque é craque e matador é matador

Sábado, 21 de junho

Se alguém duvidava que Messi poderia chamar a responsabilidade para decidir a favor da Argentina, o camisa 10 acabou com esse tabu diante do Irã. Tudo bem, foi contra o Irã, mas há que se dar o crédito ao nanico pelo golaço no apagar das luzes. E se estava pouco de craques, Klose também apareceu no sábado, para colocar seu nome na história das Copas. Mais uma vez: tem sido incrível presenciar este torneio.

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Diário #9 da Copa: Ainda bem que bebi

Sábado, 21 de junho, 0h12 (mas vale por sexta-feira)

No primeiro dia de folga na Copa, aproveitei para ver os amigos e relaxar tomando uma cerveja. Ninguém é de ferro, afinal. E no fim das contas, a bebida e os amigos foram fundamentais para que eu me divertisse, pois em campo, os três jogos do dia não tiveram nada de tão impactante. Tivemos uma goleada e uma surpresa, mas foi um dia fraco.

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Diário #8 da Copa: Pode ter esperança, sim

Quinta-feira, 19 de junho, 21h33

Como é bom ser surpreendido pela Copa. Achar que uma seleção jogou uma partida horrível na estreia e que por isso ela seria eliminada, só pra depois ficar de queixo caído com a raça e a forma como lidou com a primeira grande decisão no Mundial. Sim, estamos falando do Uruguai. Sim, estamos falando de Suárez, o nome do dia, e talvez da primeira fase, depois de uma resignação geral em relação aos uruguaios.

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Diário #7 da Copa: Jogaram a Espanha na linha do trem

Quarta-feira, 18 de junho, 21h20

Depois de tanta reclamação, a Copa do Mundo voltou a empolgar, e não foi pouco. As crônicas desse diário refletem bem o que tem sido o frenesi dos primeiros dias e o marasmos dos últimos dois. Mas a quarta-feira, o dia 7 deste torneio, se provou espetacular em emoção, e sobretudo, decisão. Foi incrível e ao mesmo tempo surpreendente ver o Chile atropelar e eliminar a Espanha. Dia memorável esse.

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Diário #6 da Copa: Quebraram a Copa

Terça-feira, 17 de junho, 22h39

É, alá, falamos tanto que a Copa estava perfeita, que encaramos uma sequência turbulenta de cinco jogos toscos, um deles sendo do Brasil. Mas tudo bem, isso não vai abalar o espírito de mundial que foi criado. Todos estão com os olhares virados para os campos brasileiros, e o mais importante, esperando que algo de bom saia. O lado bom é que o pessoal continua não se arrependendo de ver as partidas menos emocionantes. Entenderam que qualquer pelada basta para manter a febre do torneio.

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Diário #5 da Copa, parte 2: Cuidado com o que deseja

É a melhor Copa dos últimos tempos, melhor média de gols desde 1958, jogos empolgantes, grandes seleções, surpresas, tudo o que esperávamos e que faz um grande campeonato. E aqui no Brasil.

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Diário #5 da Copa: De novo o camisa 13 da Alemanha

Segunda-feira, 16 de junho, 22h09

Chama Müller. Usa a #13 da Alemanha. Faz gol pra cacete em Copas e cresce sem que ninguém espere nada de muito grandioso dele. Poderia ser de Gerd ou de Dieter que estamos falando, mas nessa tarde em especial, como em muitas de 2010, foi Thomas o nome do jogo da Alemanha. Portugal foi vítima das molecagens do menino do Bayern, que mostra porque é considerado o prodígio alemão subestimado pela crítica.

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Diário #4 da Copa: Encontrei Jesus torcendo para a Argentina

Domingo, 15 de junho, 21h50

Eu não sou lá um homem de fé pra dizer emocionado que encontrei Jesus num pano, numa parede, numa porta de box embaçada no banheiro. Eu não tenho fé em nada que não envolva o futebol e isso diz muito sobre mim, sobre as minhas prioridades na vida. Desse jeito, chego a minha sexta Copa, a quinta que tenho lembrança, e ficará marcada uma imagem na minha cabeça, sobre esse 15 de junho: o dia em que Jesus aparece num estádio de futebol empunhando a camisa do Maradona. Se Deus existe, ele deve ter dado muita risada nesse momento.

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