As camisas mais impactantes de Genoa e Sampdoria

Os rivais de Gênova entram em campo na tarde de sábado para mais um capítulo do dérbi. Genoa e Sampdoria marcaram o futebol italiano em momentos distintos e merecem uma vaguinha nesta edição da Sexta das Camisas.

Nesta temporada, nenhum dos dois vai muito bem. A Sampdoria conseguiu se estabelecer em décimo lugar com muito custo, enquanto o Genoa ainda ocupa posições perigosas na tabela, como o 15º antes desta rodada. Essa dificuldade em se firmar pode aumentar ainda mais as chances de um jogaço no Luigi Ferraris. O grifoni é mandante e quer se vingar da derrota por 2-1 no primeiro turno.

Como aqui nós queremos analisar as camisas, não os elencos, aí vai uma lista com 10 peças memoráveis, sendo cinco de cada lado. Que role a bola para mais este clássico italiano:

Genoa

1990-91: Respeitando a identidade do clube e com grandes jogadores. Skuhravy, Branco, Aguilera, Signorini, este time do Genoa ficou em quarto na Serie A e se classificou para a Copa Uefa seguinte. Fizeram bonito e foram até a semifinal, perdendo para o Ajax, que se sagrou campeão. Um uniforme equilibrado, muito bonito e que mesmo com patrocínio, é uma peça lindíssima. Classic Genoa.

1974-75: Mesma pegada. A divisão de cores também aplicada nas mangas, não muda muito para a de 1990, bem tradicional. O que diferencia esse uniforme dos demais é o calção em tom de azul mais claro, contrastando com as meias e a camisa. O terceiro cara da esquerda para a direita é Roberto Pruzzo, um dos maiores atacantes do clube e da história da Serie A.

2016-17: Como não há muito o que diferenciar entre essas camisas titulares, escolhemos a segunda, também muito característica desde os primórdios. As faixas em vermelho e marinho são indispensáveis nesse uniforme aqui, que geralmente fica melhor com calções e meias brancas.

2015-16: Em homenagem ao primeiro título italiano, o Genoa resgatou suas origens e vestiu uma camisa belíssima em marinho com detalhes vermelhos. O fato do calção ser vermelho também incrementa bastante essa opção. O tecido da camisa é especial e lembra uma escama.

2016-17: Também apostando em uma pegada retrô, este terceiro uniforme vem com uma camisa vermelha, algo pouco usado de forma isolada na história da agremiação. O grifoni está elegante demais com essa combinação. Mas nada como o fardamento titular, convenhamos.

Sampdoria

1984-85: Roberto Mancini veste esta camisa que é um ícone de beleza e tradição. A Ennerre fez camisas muito bacanas no fim da década de 1980, antes da Asics chegar para a campanha do scudetto em 1991. Como tivemos três convidados para fazer a Sexta das Camisas que escolheram a camisa campeã italiana, fico com essa aqui, que não deve em nada para as outras.

1969-70: Conheci este uniforme pesquisando para o post. A Samp usou uma releitura desta camisa recentemente, nos tempos que a Kappa era a sua fornecedora. Não há muito o que falar, é belíssima.

1993-94: Antes de sair da Itália para jogar no Chelsea, Ruud Gullit teve uma passagem pela Sampdoria. Neste intervalo, o clube lançou um uniforme alternativo todo em vermelho, como não acontecia desde os anos 1970. Apesar do exagero nas faixas, ficou interessante.

1997-98: Klinsmann também jogou na Samp nos anos 90. Ele chegou em uma temporada mediana e saiu para o Tottenham em janeiro de 1998. A camisa utilizada é qualquer nota. Sem patrocínio nos primeiros meses, apresentando detalhes nas cores tradicionais na gola, detalhe minimalista substituindo o escudo. Lindíssima.

2010-11: Não podia faltar a preta na coleção. Em 2010, com Cassano em seu melhor momento com a camisa blucerchiata, a Samp ganhou da Kappa uma edição toda preta de seu uniforme, em uma das reedições que esta cor ganhou na década passada. Parece um fardamento de goleiro, mas no caso isso é um elogio.

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