O mundo maravilhoso e insano da Master Liga no PES 2016, parte 2

Rithely Sport PES
Rithely é o Capitão América do Sport

Bem, vocês devem ter lido o primeiro post deste ano com a temática da Master Liga no PES 2016. Venho jogando com frequência e estou na oitava temporada do save, onde aconteceram coisas maravilhosamente bizarras que comprovam a qualidade e a loucura deste game. Para a segunda parte do texto, trago algumas novidades e detalhes sobre como o mundo do futebol virtual está em 2022.

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Primeiramente, vale citar que fui campeão da Libertadores com o Sport em 2020. Depois de levantar o Brasileirão em 2019, consegui conquistar a América no ano seguinte e só perdi o Mundial de Clubes para o Real Madrid com muito aperto, em um placar de 2×1. Foi triste, mas esperado.

Algumas coisas mudaram bastante desde que comecei o save. Como já disse no post anterior, larguei no Palmeiras, passei por River Plate, Chapecoense, Santos, Sport e agora estou no Rosario Central, em 2022. É o mais longe que já consegui chegar em uma Master Liga, porque a experiência é interminável e te atrai a continuar jogando.

Cássio e a galera do Sport comemorando a Libertadores
Cássio e a galera do Sport comemorando a Libertadores

Já montei times absurdos e malucos neste intervalo, mas como estava tudo ficando muito tosco, coloquei uma regra de utilizar no máximo três jogadores estrangeiros no time titular. Eventualmente, no Rosario Central, modifiquei de leve essa imposição para permitir livre acesso de atletas sul-americanos. Tudo isso para evitar uma descaracterização dos clubes que treino. Essa bizarrice acaba refletindo no jogo, que também passa a investir em profissionais de outros continentes.

Vale lembrar que a maioria destes jogadores europeus “renascem” após o fim da carreira. Eles param de atuar e seis meses depois brotam no seu time jovem ou como atletas sem contrato, com 16 anos e habilidades reduzidas. Isso pode até ser um recurso que foge à realidade, mas é o que mantém a Master Liga como um modo eterno de jogo. E já que o que acontece no PES é uma realidade paralela, nada mais justo do que ter os jogadores atuando para sempre em outros lugares, garantindo o rodízio dos grandes times.

Até agora, consegui reunir os seguintes esquadrões:

Totti Parmera

PALMEIRAS: Totti, Florenzi, Pazzini, Everton Ribeiro, Dante, Fábio (gêmeo de Rafael); RIVER PLATE: Luís Fabiano, Elias, Dátolo, Maxi Rodríguez; CHAPECOENSE: Gillet, Armero, Giaccherini, Fernando Torres, Kerzhakov, Palombo, Cambiasso, Lucas Lima, Robinho, Bresciano, Tim Cahill, Carlos Sánchez, Claudio Pizarro, Keita; SANTOS: Diego Cavalieri, Campagnaro, Diego Tardelli, Germán Denis, Kallstrom e José Fonte; SPORT: Cech, Barry, Miranda, Dante, Robben, Odegaard, Elias, Leandro Damião, Henrique (zagueiro); ROSARIO CENTRAL: Bravo, Demichelis, Filipe Luís, Grosskreutz, Schweinsteiger, Montillo (já estava no elenco), Gervinho, Everton Ribeiro, Banega, Guarín, Cristaldo e Willy Caballero.

Das coisas imprevisíveis

Conforme o tempo passa, as contratações impossíveis começam a parecer algo normal para o usuário. Apesar disso, os principais jogadores do universo continuam no mesmo lugar. Quer dizer, a maioria deles. Messi, Neymar e Suárez estão envelhecendo e devem se aposentar no Barcelona, Cristiano Ronaldo, Modric, James Rodríguez, Benzema e Kroos no Real Madrid, Ibrahimovic, Cavani e Pastore no Paris Saint-Germain e outras feras.

Bale, no caso, deixou o Real para assinar com o PSG. Estou apenas no aguardo desses monstros saírem de cena e renascerem para que eu os contrate. Evidentemente, escolherei um ou dois, para não desequilibrar a balança e permitir que outros times contem com estes talentos.

O mundo ideal para mim seria fechar todas as conquistas na América do Sul com o Vélez Sarsfield, contando com Messi renascido na linha de ataque. Mas isso é uma combinação de timing e sorte. Por isso é sempre bom ficar olhando a lista de jogadores livres a cada abertura de janela de transferências. É possível contratar bem sem gastar e ainda ganhar dinheiro vendendo atletas que não atuam no seu elenco.

O plano para o jogo é conquistar todos os torneios possíveis nos três continentes, treinando clubes interessantes ou carismáticos, incluindo os da segunda divisão. Sei lá, algo como Vicenza, Salernitana, Modena, Le Havre, Evian, Derby County e Alavés.

Xabi Alonso x Robben: poderia ser a final da Copa de 2010, mas é só um Ponte Preta x Sport de 2019
Xabi Alonso x Robben: poderia ser a final da Copa de 2010, mas é só um Ponte Preta x Sport de 2019

Esportivamente falando, já vi coisas bem curiosas. O Avaí foi o meu rival na luta pelo título do Brasileiro de 2019, a Roma já venceu a Liga dos Campeões, o Bologna já levou a Liga Europa, o Botafogo já ganhou a Libertadores (o Bota está com Criciúma, Bahia e Vitória em uma liga em que inscrevi times chilenos licenciados e o meu querido Unidos United), entre outros eventos que ainda presenciarei.

Na única Copa do Mundo que disputei, estive à frente do Brasil e perdi a semifinal de 2018 para a Argentina, no mesmo ano em que fui derrotado na semifinal da Libertadores pelo Corinthians, enquanto treinava a Chapecoense. Muitas frustrações em apenas uma temporada. Se não me engano, a Argentina venceu a Copa de 2018. Espero treinar outra seleção no Mundial de 2022, se possível alguma europeia fora dos grandes centros. (Alô, Sérvia)

Salah foi eleito o melhor jogador da Europa em 2021
Salah foi eleito o melhor jogador da Europa em 2021. Eta mundo bão esse.

Cheguei em um ponto que os times grandes da Europa perderam força e não estão com tantas estrelas no elenco. O enfraquecimento deles contrasta com a chegada dos pequenos e uma disputa mais justa pelos principais craques. Não à toa, Salah foi eleito o melhor da Europa em 2021. Nas eleições de Melhor do Mundo, tenho visto nomes fora do óbvio como Klaasen, Dybala, Eriksen, entre outros que não me recordo agora.

Basicamente, a cada temporada acontece uma coisa fantástica comigo ou com outros times. Prometo trazer um relato ainda mais completo na terceira parte deste especial. Por agora, o que separei foi um resumo de jogadores relevantes em times absolutamente sem sentido na temporada 2022. Até chegar em 2025, quando completo 10 anos virtuais de save, tem muito mais coisas estranhas para acontecer.

As transferências do mundo da Master Liga em 2022

Sport final Libertadores PES
Sport campeão da Libertadores de 2019, da esquerda para a direita: Cássio, Robben, Barry, Elias, Miranda e Rithely; Guilherme Arana, Alex Dias, Odegaard, Dante e André

D’Alessandro no Manchester City
Cambiasso no Manchester United
Mertesacker no Swansea
Huntelaar no Swansea
Walcott no Montpellier
Bale no PSG
Van Persie na Juventus
Ribéry no Torino
Van der Vaart na Udinese
Rosicky no Verona
Xabi Alonso no Groningen
Barkley no Atlético de Madrid
Goleiro Fábio no Celta
Immobile no Málaga
Reus no Real Madrid
Lamela no Villarreal
Matri no Apoel
Fernando Torres no Wolfsburg
Diego Alves no Corinthians
Dedé no Corinthians
Dante no Flamengo
Matuzalém no Fluminense
Badelj no Fluminense
Léo Baptistão no Goiás
Jenkinson no Goiás
Yoshida no Joinville
Marchisio na Ponte Preta
Albiol na Ponte Preta
Cassano no Palmeiras
Fabinho (lateral) no Palmeiras
Lucho González no Argentinos Juniors
Dátolo no Lanús
Allione no Quilmes
Luís Fabiano no River Plate
Diego Milito no River Plate
Lucas Pratto no Temperley
Kolo Touré no Novorizontino*
Afellay no San Marcos de Arica-CHI
Debuchy no Ituano*
Jefferson no Atlético Mineiro
Ricardo Oliveira no Colo-Colo
Taddei na LDU
Gilardino na Universidad Católica-PER
Drinkwater no Nacional-PAR
Petros no Strongest
Mexès no Once Caldas
Smalling no Atlas
Boruc no Monarcas Morelia
Bacca no Tigres
Zaha no Tigres
Nocerino no Cerro Porteño
Alan Kardec no Guaraní-PAR
Andrea Poli no Alianza Lima
Teo Gutiérrez no Nacional Potosí
Fernandinho no Millonarios
Boussoufa no São Paulo

*Para evitar que times fictícios criados pela Konami fossem finalistas ou campeões de algum torneio sul-americano, editei clubes do Paulistão 2016 para o lugar deles. Por isso Novorizontino e Ituano figuram na lista. É tosco, mas pelo menos é melhor do que enfrentar o possante TARGUERAL em uma final da Libertadores.

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