Ronda TF: Cinco histórias que marcaram a última rodada

Roger Schmidt

Que loucura foi essa rodada. Gente brigando, juiz saindo de campo, goleada, torcida ensandecida. Nada como um fim de semana cheio de futebol. E por isso mesmo, resolvemos começar com uma editoria para falar justamente disso. Uma seleção com as principais histórias da rodada, a Ronda TF. Aqui contaremos o que de melhor aconteceu e de uma forma breve, sem rodeios, com vídeos e opiniões. Valendo!

O professor enlouqueceu

O Leverkusen perdia por 1-0 para o Dortmund, dentro de casa, na BayArena. O gol de Aubameyang saiu de um lance polêmico em que o atacante Kiessling cometeu falta no campo de ataque, mas o juiz mandou seguir. Só que o técnico Roger Schmidt, do Leverkusen, não levou na boa e reclamou até ser expulso. Não satisfeito em ser convidado a se retirar, ainda fez a maior cena. E daí? E daí que o juiz também era uma drama queen e saiu do campo com a bola. Não iria ter jogo enquanto Schmidt não deixasse o campo. O imbróglio durou cerca de 10 minutos até que Rudi Völler, CEO dos Aspirinas, convenceu o treinador a ir para as tribunas. O Dortmund venceu por 1-0. Adiantou alguma coisa, professor? Não, né.

O gol espírita

A Roma estava em evidência no domingo. Depois do corte de Totti da delegação, em história que você pode conferir clicando aqui, o time recebeu o Palermo e a torcida vaiou o técnico Luciano Spalletti, emendando com cantos de apoio ao seu capitão. Quando a bola rolou e os mandantes amassaram o Palermo, todos se esqueceram da briga. E viram um gol bizarro de Salah. O egípcio marcou sem ângulo e botou uma curva safada na bola, que entrou da linha de fundo. Vitória da Roma por 5-0 e um pouco mais de paz para os próximos dias, pelo menos entre o elenco que é relacionado para os jogos. Já Totti, bem… é melhor se preparar para a aposentadoria.

Adieu, Henry!

Com este gol, o atacante Kyllian Mbappe Lottin se tornou o atleta mais jovem a marcar um gol pelo Monaco, na vitória deste fim de semana contra o Troyes. Sabem quem ele superou? Apenas Thierry Henry, aclamado como um dos três maiores (se não o maior) atacante da história da França. O menino tem 17 anos e alguns meses a menos de idade do que Henry tinha quando fez o seu primeiro gol pelo Monaco, em 1995, diante do Lens. Desta vez, com Mbappe Lottin, o jogo foi 3-1. Parabéns ao recordista.

O dilema de Pellegrini

O técnico Manuel Pellegrini esteve no banco do Manchester City no último domingo, pela Copa da Inglaterra. O time dele pegava o Chelsea, fora de casa, por uma vaga na próxima fase. Entretanto, como o City tem um desafio duro nesta semana pela Liga dos Campeões, Pellegrini foi forçado a escalar jovens para o confronto com os Blues. O resultado foi horrível: 5-1 para o Chelsea, fora o baile. Depois disso, Pellegrini reclamou da Federação Inglesa, dizendo que a entidade se recusou a marcar outra data para o jogo. Como a prioridade é a Champions e o coeficiente inglês nas competições europeias, Pellegrini levou uma goleada pensando em um bem maior. O problema é que o time passou vergonha com essa premissa e a imprensa inglesa já está marretando o chileno pela decisão. No caso dele, foi o que chamamos de “rua sem saída”.

Flamengo de Brasília

Foto: GloboEsporte.com
Foto: GloboEsporte.com

O Flamengo venceu o Fluminense em clássico válido pela quinta rodada do Carioca. Os dois jogaram em Brasília, no estádio Mané Garrincha. Opa, pera lá, em Brasília? Sim. A notícia não é nova e o Fla já fez isso algumas vezes em Brasileirões passados. Mas no Estadual, a ideia ainda não havia sido implantada. Sem dramas, já que o Maracanã está fechado e sendo preparado para os Jogos Olímpicos no Rio, no meio do ano. O ponto curioso dessa história é que o Rubro-Negro já cogita adotar o Mané Garrincha como sua casa enquanto o Maracanã não estiver disponível, e que o trabalho que o clube tem para mandar seus jogos no Distrito Federal é menor e traz bem mais receita do que se locomover para estádios menores em outras cidades do Rio de Janeiro. Resta saber se o plano vai mesmo adiante. Será um ponto curioso da história do Fla, mas se for realmente bom para a equipe, por que não?

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