Jogadores que poderiam estar em bandas de rock

Por Felipe Portes e Rafael Monteiro

Sabe aquele cara que você via no campo e parecia familiar? Não familiar de títulos, mas, será que esse jogador já cantou naquela banda de rock? Heavy metal? Glam rock? Pois então, resolvemos fazer uma lista com atletas que poderiam muito bem quebrar um galho como rockstars, pelo menos na atitude.

Você sabe bem como o pessoal do Iron Maiden adora jogar uma bola por aí. Os integrantes da banda adoram se distrair com o futebol entre uma turnê e outra e não raro, algum deles deve ter vestido a camisa do seu time em dado momento. Que tal se fosse o contrário e algum jogador resolvesse entrar em uma banda?

Alain Sutter

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Foto: Bayern Munchen.hu

O suíço Alain Sutter ficou reconhecido mundialmente após sua passagem pela Bundesliga. O cabeludo começou no Grasshoppers e logo após a Copa de 94, nos EUA, foi contratado pelo Bayern, clube que jogou por dois anos antes de assinar com o Freiburg. Muito galã e pouco eficiente, Sutter provavelmente seria vocalista de uma banda de hard rock mela cueca como Bon Jovi. Pelo menos em campo ele nunca pareceu colocar muito medo nos adversários.

Emmanuel Petit

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Foto: TF1

Campeão do Mundo com a França em 1998, Emmanuel Petit fez o gol que sacramentou a derrota do Brasil naquela Copa. Jogou no Monaco, no Arsenal, no Barcelona e no Chelsea, onde se aposentou. Petit poderia quem sabe aparecer numa banda com mais peso no cenário do metal, como o Helloween, mandando ver um metal melódico e batendo cabeça como um bom headbanger.

Fabricio Coloccini

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Foto: Guardian

Coloccini era figurinha carimbada na seleção argentina até pouco tempo atrás. O zagueirão do Newcastle é meio pancada da cabeça, adora uma traulitada e quase matou um cara na Copa de 2006, no jogo contra a Holanda. Revelado no Boca e com passagens por vários times espanhóis como Atlético de Madrid e Villarreal antes de se firmar no Deportivo La Coruña, Fabricio tem cara de quem tocaria um baixo maroto no Poison, referência no Glam Rock.

Raul Meireles

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Foto: Sport Maraton

Que Raul Meireles jogou uma Copa por Portugal em 2010, você já sabe. Que foi do Porto até ser vendido para o Liverpool e depois campeão europeu pelo Chelsea, também. Hoje, esquecido no Fenerbahçe, Meireles cultiva um visual hipster, mendigo, punk, De Niro em Taxi Driver. O meia português poderia então muito bem ser vocalista de uma banda de hardcore como Rancid.

Olof Mellberg

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Foto: Little Big Picture

O cara tem nome de viking, cara de viking, pose de viking. Mas fora dos campos, se veste como indie. O sueco não aceita de jeito nenhum que tem de se aposentar, e enquanto todos pensavam que a sua carreira estava encerrada em 2009 ao sair da Juventus, o zagueirão mostrou que ainda tinha muita lenha pra queimar. Ou pra derrubar com o seu machado e o seu visual de lenhador moderninho. Aos 36 anos e jogando pelo Kobenhavn, achamos que Mellberg cairia como uma luva no Kings of Leon.

Paulo Baier

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Foto: POP

Olha só pro Paulo Baier. 40 anos nas costas, na ativa, molecão, pra defender o Criciúma e quem sabe se aposentar depois. O céu é o limite para o vovô que teve sua melhor fase no Atlético Paranaense e certamente curte fazer um rapel ou uma tirolesa no seu tempo livre. Sabemos também que Paulo Baier é bem cafona. E qual é a banda perfeita para gente cafona? Isso mesmo, Biquini Cavadão.

Claudio Caniggia

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Foto: Old School Panini

Ele é conhecido mundialmente por ter feito o gol que tirou o Brasil da Copa de 1990. Entretanto, Caniggia foi muito mais que isso. O lépido atacante argentino fez seus gols por onde passou, e olha que foram muitos os clubes na carreira do menino problema de Buenos Aires. A sua fase de ouro foi quando jogou pela Atalanta na Serie A, clube que defendia quando foi convocado para a Copa de 90. Outra coisa que Caniggia acaba sendo lembrado é pelo seu envolvimento com drogas. O atacante foi banido por um ano em 1993 e voltou em tempo de disputar a Copa nos Estados Unidos. Por esse problema com narcóticos, sua cabeleira loira e a vida agitada, poderia ser um integrante do Mötley Crüe. Ou no Skid Row, substituindo Sebastian Bach, como bem lembra o amigo Nicholas Hagel.

Leighton Baines

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Foto: Everton

Baines é um dos melhores laterais da Premier League e logo será peça vital no esquema da seleção da Inglaterra. O jogador do Everton até esteve cotado para chegar no Manchester United, mas o seu lugar é no Goodison Park, ao menos por agora. Sobre a banda em que ele poderia estar, é simples: olha só pra cara dele na foto. Poderia ser facilmente confundido com algum dos caras do Oasis. Sem mais.

Edgar Davids

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Foto: Telegraaf

Davids sim era craque. O holandês jogava muita bola e ainda por cima tinha um visual descolado com os óculos escuros que usava para não agravar o seu problema de visão. Revelado no Ajax, com passagens por Milan, Juventus, Barcelona, Tottenham e Crystal Palace, Davids viveu grande fase vestindo a camisa alvinegra da velha senhora. Achamos que ele poderia tocar guitarra no Living Colour.

Graeme Souness

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Foto: Sky Sports

O talentoso e temperamental Graeme Souness marcou época no maior Liverpool de toda a história. O escocês sabia como poucos dar aquele passe, aquele desarme ou aquela cacetada em um adversário que estivesse com a bola. Olhando para Souness, realmente não parece que ele era truculento dentro de campo. Digamos que ele tivesse uma pinta mais de tiozão nos anos 80. Falou em tiozão dos anos 80, lembrou de Toto, tá aí.

(Colaborou Rafael Monteiro)

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